O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) classificou como perseguição política e interferência nas eleições a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes que proibiu o pré-candidato à presidência e senador Flávio Bolsonaro de visitar o seu pai Jair Messias Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. “Quando direitos fundamentais passam a depender de quem é o acusado, não estamos mais diante de Justiça, mas de perseguição política e intervenção nas eleições”, enfatizou.
Pollon destacou que a proibição de visita é uma grave intervenção no exercício da advocacia e no direito constitucional à ampla defesa, pois Flávio Bolsonaro é advogado integrante da defesa técnica do ex-presidente.” Primeiro proibiram Bolsonaro de falar. Agora proíbem que um de seus próprios advogados o visitem”, disse.
O parlamentar afirmou que a decisão de proibição de Flávio visitar Bolsonaro, contrasta com o tratamento dado quando Luiz Inácio Lula da Silva estava encarcerado. “Com Lula, houve visitas, entrevistas e articulações políticas durante a prisão. Com Bolsonaro, a regra é outra. Quando direitos fundamentais passam a depender de quem é o acusado, não estamos mais diante de Justiça, mas de perseguição política e intervenção nas eleições”, completou.






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