Durante a cúpula do G7, realizada em Évian-les-Bains, na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o sistema de urnas eletrônicas utilizado no Brasil e afirmou que a Organização das Nações Unidas (ONU) deveria recomendar a tecnologia para outros países.
A declaração foi feita durante uma conversa informal com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e com o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, registrada por câmeras da agência Associated Press.
Lula destacou a rapidez da apuração eleitoral brasileira, afirmando que os resultados costumam ser conhecidos poucas horas após o encerramento da votação. Segundo ele, o sistema eletrônico garante agilidade e eficiência ao processo democrático.
O presidente também explicou aos interlocutores como funciona a votação nas urnas eletrônicas, ressaltando que os eleitores não podem entrar na cabine de votação com celulares e que o voto é confirmado após a digitação do número do candidato escolhido.
Ainda durante a conversa, Lula comentou sua trajetória política e afirmou que nunca se considerou um político de esquerda, mas sim um líder sindical que manteve boas relações com movimentos trabalhistas de países europeus, como Alemanha, Itália e Espanha.
A participação do presidente brasileiro no G7 ocorre em meio a uma série de encontros com líderes internacionais para discutir temas econômicos, comerciais e de governança global.
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