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Férias em família: brincadeiras, leitura e jogos para divertiras crianças longe das telas

por | jul 3, 2026 | Últimas notícias | 0 Comentários

Crédito: Magnific.

Educadores sugerem atividades simples que fortalecem vínculos, estimulam a criatividadee transformam o recesso escolar em oportunidades de convivência e aprendizado.

As férias escolares costumam ser um dos momentos mais esperados pelas crianças, e também uma oportunidade valiosa para que as famílias desacelerem e compartilhem experiências fora da rotina. Muitos pais, mães e responsáveis buscam maneiras de manter os pequenos entretidos sem depender exclusivamente de celulares, tablets e televisão.
 

Assim, brincadeiras clássicas em casa, jogos de tabuleiro, leitura compartilhada, atividades ao ar livre, oficinas de arte, culinária em família e até pequenos experimentos científicos com materiais do cotidiano podem ser aproveitados para fortalecer vínculos familiares e estimular o desenvolvimento infantil por meio de experiências simples, criativas e acessíveis. Além de divertir, essas práticas ajudam a desenvolver habilidades cognitivas, sociais e emocionais, transformando o tempo livre em oportunidades de convivência e aprendizado.
 

A seguir, confira sugestões de educadores, de atividades para curtir as férias escolares em família.
 

CRIAR MEMÓRIAS COM PARENTES E AMIGOS
 

Encontrar pessoas queridas durante as férias é mais do que uma socialização: é um exercício prático de comunicação afetiva, escuta e construção de vínculos. “Ao interagir com pessoas de diferentes idades e estilos de fala, a criança exercita a adaptação de sua linguagem ao contexto, desenvolve empatia e aprende a respeitar turnos de fala, promovendo habilidades sociais importantes para sua formação,” explica Larissa Berdu, diretora do colégio Progresso Bilíngue de Indaiatuba (SP).
 

Separar fotos, relembrar histórias e criar um álbum ou baú de memórias fortalece os laços familiares e desenvolve a capacidade de expressão da criança. “Ao organizar recordações, a criança aprende a selecionar informações, criar narrativas pessoais e valorizar sua história. Esse tipo de atividade promove o letramento autobiográfico e reforça a construção da identidade, além de ser uma excelente forma de registrar o tempo vivido juntos,” afirma a diretora do Progresso.
 

ATIVIDADES SIMPLES PARA FAZER EM CASA
 

Para Renata Alonso, coordenadora pedagógica da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), em meio a uma rotina marcada por agendas cheias, cursos extracurriculares e pressões externas desde cedo, é fundamental lembrar que as crianças precisam, acima de tudo, ser crianças. Brincadeiras clássicas representam mais do que entretenimento: elas são ferramentas de desenvolvimento social, emocional e cognitivo.
 

Segundo a educadora, práticas simples deveriam ser resgatadas com frequência, já que estimulam a imaginação, promovem a cooperação e ensinam a lidar com frustrações e conquistas. “A ludicidade é a linguagem natural da infância. É brincando que a criança experimenta, testa hipóteses e resolve problemas”, explica Renata.
 

E o brincar é essencial não apenas para as crianças, mas também para os adultos, pois resgata momentos de união e descanso em meio ao cotidiano corrido. Os momentos compartilhados são capazes de construir memórias emocionais que ficam para toda a vida.
 

Para Jacqueline de Freitas Cappellano, coordenadora pedagógica da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri (SP), a simplicidade das atividades é justamente o que as torna tão potentes. “Quando a família propõe uma brincadeira, não importa se ela envolve materiais sofisticados. O que a criança percebe é a presença, a intenção e o afeto.”
 

Arte e oficinas criativas: separe materiais fáceis de encontrar: rolos de papel, caixas pequenas, tinta guache, massinha, retalhos de papel, cola e fitas. Proponha desafios concretos, como construir um robô, criar uma cidade de papelão ou pintar uma capa de super-herói. A produção ganha forma diante dos olhos da criança, e o processo vira um grande laboratório de invenção.
 

Assistir a filmes e séries: assistir a conteúdos audiovisuais pode ser muito mais que entretenimento: é uma porta de entrada para debates e aprendizagens significativas. Filmes e séries bem escolhidos funcionam como textos multimodais que despertam emoções, reflexões e vocabulário novo, ajudando a criança a desenvolver pensamento crítico, empatia e capacidade de argumentar com base em exemplos concretos. Opte por títulos que tratem de valores humanos e temas como amizade, relações familiares, aceitação, superação, redenção, entre outros, como: Divertidamente, Procurando Nemo, Shrek, Toy Story, Luca, Como Treinar o Seu Dragão e Vida de Inseto.
 

Aventuras ao ar livre: escolha um parque da região para uma manhã diferente: levar uma bola; fazer um piquenique simples com frutas, suco e biscoitos; observar formigas; procurar diferentes tipos de folhas para um “álbum da natureza”, ou praticar bicicleta e patins em uma ciclofaixa. Esses passeios ajudam a criança a liberar energia e transformam o fim de semana em uma lembrança boa.
 

Caça ao tesouro temática: escolha um tema (piratas, detetives, exploradores, entre outros) e esconda pistas simples pela casa: um desenho de um “X” atrás da porta, uma pista dentro da geladeira, outra embaixo do travesseiro. O “tesouro” pode ser um doce, figurinhas, um brinquedo pequeno ou até um vale-atividade (como a chance de escolher o filme da noite). As crianças se divertem resolvendo cada etapa e ainda praticam atenção, leitura e raciocínio lógico.
 

Cozinhe em família: escolha receitas simples e rápidas, como um bolo de caneca, biscoitos de três ingredientes, uma salada de frutas colorida ou sanduíches divertidos em formato de bichinhos. Deixe a criança medir ingredientes com xícaras, ler parte das instruções e mexer a massa. Ela participa de cada etapa e aprende, de forma prática, sobre quantidades, instruções e organização.
 

Experimentos científicos simples: realizem pequenas experiências com materiais caseiros: bicarbonato e vinagre para fazer um “vulcão”; sementes de feijão germinando no algodão; misturar água e óleo para observar densidades; brincar de sombras com lanternas. Cada descoberta vira conversa instantânea sobre ciência na prática.
 

Mão na massa em casa: transforme pequenas tarefas em brincadeiras, como organizar os brinquedos separando por categorias, montar uma caixa para doação com itens que já não são usados, cuidar de uma planta escolhida pela própria criança ou criar etiquetas para gavetas e estantes. Vale até propor desafios como “vamos deixar seu quarto pronto para receber um amigo?”.
 

Música, dança e movimento: crie um momento musical com a playlist favorita da família. Dançar livremente na sala, fazer karaokê com músicas simples ou construir instrumentos com potes, grãos, elásticos e latas. Também dá para montar pequenas “coreografias” com movimentos fáceis ou brincar de estátua. É uma forma leve de gastar energia e rir juntos.
 

Relaxamento e mindfulness infantil: inclua pausas rápidas no dia, como deitar no tapete e contar respirações juntos, fazer alongamentos guiados por vídeos curtos, ouvir sons da natureza por alguns minutos ou usar potes de glitter como “frasco da calma”. Antes de dormir, pode ser um bom momento para perguntas simples como “qual foi a melhor parte do seu dia?”, ajudando a criança a organizar emoções.
 

JOGOS DE TABULEIRO
 

Enquanto os dispositivos eletrônicos ocupam cada vez mais espaço na rotina infantil, os jogos analógicos resgatam o prazer da convivência presencial, promovendo o diálogo, a escuta e a construção coletiva do conhecimento. Ao mesmo tempo, estimulam habilidades cognitivas como raciocínio lógico, resolução de problemas, memória e atenção, além de desenvolver o planejamento estratégico.
 

“Esses jogos também promovem a escuta ativa, a argumentação e o respeito às regras, elementos centrais da comunicação interpessoal. A criança aprende a esperar sua vez, negociar e defender ideias com base em argumentos,” afirma a orientadora educacional do Brazilian International School – BIS, de São Paulo (SP), Maria Teresa Casamassima.
 

Banco Imobiliário: nesse clássico jogo de tabuleiro, os jogadores precisam investir muito bem o seu dinheiro em novas propriedades e contar com a sorte para não cair nos terrenos dos adversários e, assim, pagar o aluguel. Os participantes devem lançar os dados e avançar a quantidade de casas determinada pelo número com o peão. Então, devem cumprir o que é pedido. O objetivo é ser o mais rico ao final da partida.
 

Cara a Cara: é loira, é mulher, tem olhos verdes? Faça quantas perguntas precisar para descobrir qual é a “cara” do adversário. No famoso jogo de perguntas e respostas, os jogadores precisam descobrir qual é o personagem do outro jogador. O jogo estimula a memória e o raciocínio lógico, proporcionando momentos divertidos que auxiliam o desenvolvimento cognitivo infantil.
 

Dama: o jogo de damas é um dos jogos de tabuleiro de estratégia mais famosos no mundo. A partida se desenvolve para dois jogadores. Cada um move suas peças na diagonal sobre casas escuras, tentando capturar as peças do adversário até deixá-lo sem jogadas possíveis.
 

Detetive: em uma cidade, o assassinato de um milionário abala a tranquilidade dos moradores. Todos os jogadores são suspeitos pelo crime, e para desvendar o mistério, os jogadores terão que dar palpites sobre o local, arma e o responsável por este crime. A cada rodada os participantes conseguirão eliminar pelo menos uma possibilidade, até que finalmente irão restar pouquíssimas cartas e será possível fazer a acusação. Aquele que conseguir acertar, vence o jogo.
 

Dixit: cada carta do jogo é uma obra de arte surrealista que inspira o jogador a mergulhar no mundo da fantasia. Nele, os jogadores são contadores de histórias. O narrador da vez deve olhar as cartas em sua mão e, sem as revelar aos outros jogadores, escolher uma e falar uma palavra, frase ou ideia sobre a carta. Os outros jogadores devem então selecionar uma carta (também secretamente), de suas mãos, que mais combina com a frase dita pelo narrador.
 

Imagem & Ação: jogo que desafia a criatividade, a memória e as habilidades artísticas. Cada jogador será o desenhista e, na sua vez, tentará passar à sua equipe uma palavra ou expressão. É proibido falar, escrever letras e números, fazer gestos ou mímicas. Os únicos instrumentos que o jogador terá à disposição são um lápis e um papel, para desenhar, esboçar e rabiscar o que quiser. Os colegas de equipe têm o tempo da ampulheta para adivinhar!
 

King of Tokyo: os competidores jogam com monstros mutantes, robôs gigantescos e estranhos alienígenas. Durante a partida, é possível ganhar pontos de vitória, acumular energia, restaurar a saúde ou bater nos outros jogadores para que todos entendam que Tóquio é seu território. O objetivo é se tornar o único Rei de Tokyo.
 

Perfil: jogo que testa os conhecimentos e capacidade de dedução do participante. Com até 20 dicas, o objetivo é descobrir quem é a pessoa, coisa ou lugar do perfil que deve ser desvendado em cada cartela. Ganha quem acertar primeiro o palpite!
 

Rummikub: é um jogo de sequência numérica que requer a combinação única de pensamento tático, sorte e competição tensa. O desafio de Rummikub está em se livrar de todas as pedras em suas mãos antes dos seus oponentes.
 

Twister: jogo de habilidade física, jogado em um tapete de plástico de grandes dimensões que se espalha sobre o solo. O jogador precisa mostrar que sua estratégia é melhor que a dos outros oponentes, colocando as mãos e os pés nos círculos coloridos, de acordo com as indicações da roleta.
 

Uno: clássico jogo de cartas de combinar cores e números. Os jogadores revezam na competição para se livrar de todas as cartas, combinando uma carta da mão com a carta atual mostrada no topo do baralho.
 

War: jogo de estratégia em que cada jogador precisa usar toda sua habilidade militar para conquistar territórios e continentes e derrotar seus adversários. Mas é preciso conhecer bem o poder das tropas, pois, assim como nas grandes guerras, ataques mal planejados podem fazer grandes potências cair, enquanto exércitos menores podem virar poderosos impérios se usarem a estratégia certa.
 

Xadrez: o xadrez é um excelente jogo de lógica de tabuleiro que desenvolve habilidades como tática, estratégia e memória visual. Dois jogadores precisam mover suas peças sobre um tabuleiro de 64 casas com o objetivo de dar xeque-mate no rei adversário.
 

LER COM AS CRIANÇAS
 

Durante as férias escolares, quando a rotina fica menos acelerada e as famílias têm mais oportunidades de conviver, a leitura pode se tornar uma atividade prazerosa e enriquecedora para crianças e adultos. Além de proporcionar momentos de conexão e troca, os livros ajudam os pequenos a explorar novos universos, desenvolver a imaginação e ampliar sua compreensão sobre o mundo.
 

A importância da leitura vai muito além do processo de alfabetização: estudos mostram que esse hábito contribui para o desenvolvimento da criatividade, do pensamento crítico e da empatia, além de melhorar o vocabulário e a concentração.
 

Segundo Aline Souza Silva Santos, bibliotecária do Brazilian International School-BIS, de São Paulo (SP), os pais devem transformar a leitura em um momento especial, criando um ambiente prazeroso. “Ler para a criança desde cedo faz toda a diferença, em momentos de aconchego e conexão, fortalecendo o vínculo afetivo e despertando o interesse pelos livros”, afirma.
 

A Arca de Noé, de Vinícius de Moraes: obra formada por 32 poemas, a maioria sobre bichos, alguns foram musicados pelo próprio Vinicius de Moraes e se tornaram clássicos da MPB para crianças, como o poema daquela casa “muito engraçada” que “não tinha teto/ não tinha nada”. Todos são poemas feitos para ler, aprender de cor ou cantar.
 

A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne: Phileas Fogg, um inglês rico, metódico e um tanto quanto solitário, aposta com seus colegas do clube de jogos que conseguirá dar uma volta ao mundo em apenas 80 dias. Para tal feito, o excêntrico Fogg convida seu fiel empregado Jean Passepartout, e juntos viverão muitas aventuras.
 

Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll: a garota Alice vê um coelho branco entrar em uma toca. Vai atrás dele e chega ao País das Maravilhas. Ela muda de tamanho muitas vezes e conhece criaturas esquisitas, como a Lagarta, a Duquesa, o Gato de Cheshire, a Lebre de Março, o Chapeleiro Maluco e o Rei e a Rainha de Copas.
 

Felpo Silva, de Eva Funari: a história do coelho poeta Felpo Filva e o que aconteceu com ele quando começou a se corresponder com uma fã, a Charlô. O livro traz diversos tipos de texto: autobiografia, carta, manual, bula de remédio, receita de torta, provérbio, fábula, pauta musical, permitindo ao leitor entrar em contato com as várias funções da escrita.
 

Malala, a menina que queria ir para a escola, de Adriana Carranca: livro-reportagem que relata às crianças a história da adolescente paquistanesa Malala Yousafzai, baleada por membros do Talibã aos catorze anos por defender a educação feminina. A repórter traz suas percepções sobre o vale do Swat, a história da região e a definição dos termos mais importantes para entender a vida desta menina tão corajosa.
 

Marcelo, Marmelo, Martelo, de Ruth Rocha: os personagens dos três contos do livro são crianças que vivem no espaço urbano. Elas resolvem seus impasses com muita esperteza e vivacidade: Marcelo cria palavras novas; Teresinha e Gabriela acabam se identificando, apesar das diferenças; enquanto Caloca compreende a importância da amizade.
 

O Menino Maluquinho, de Ziraldo: um menino traquinas pensa fora da caixa, faz muita confusão e tem macaquinhos no sótão. Mas entre partir alguns vasos e perder muitos cadernos, ele é também a alegria da casa, compositor de canções, o melhor namorador da escola e um companheirão. Será mesmo maluquinho, este menino? Ou será que Ziraldo concentrou num só menino aquilo que deve ser a infância?
 

O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry: uma das obras infanto-juvenis mais conhecidas internacionalmente. O livro reflete sobre o amor, a amizade e o sentido da vida. O personagem central se interroga sobre o mundo enquanto viaja de planeta em planeta, e põe em dúvida as certezas dos adultos.
 

O Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato: todos os personagens do mundo da fantasia resolvem se mudar para o Sítio do Picapau Amarelo, e Dona Benta precisa pensar em um plano para ampliar suas propriedades e acolher a todos. Ela compra as terras vizinhas, e para isso conta com a astúcia de Emília e a engenhosidade do Visconde de Sabugosa. Lá vão morar Peter Pan, Chapeuzinho Vermelho, Dom Quixote, Branca de Neve e outras grandes figuras do faz de conta.
 

Ou Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles: a autora convida as crianças a se aproximarem da poesia, brinca com as palavras, explora a sonoridade, o ritmo, as rimas e a musicalidade. O tema mostra que a vida é feita de escolhas e estas muitas vezes são difíceis de resolver; e o cotidiano marcado pela dúvida e pela dificuldade de decisão é poetizado.
 

As especialistas
 

Aline Souza Silva dos Santos é bibliotecária, formada pela UNIFAI (2010) e pós-graduada pela FESPSP em Gestão da Informação Digital. Atuou por dez anos na Biblioteca da Aliança Francesa de São Paulo e, atualmente, é bibliotecária no Colégio BIS, onde desenvolve projetos de incentivo à leitura e acredita na biblioteca como um espaço vivo de aprendizagem e formação de leitores sensíveis, críticos e reflexivos.
 

Jacqueline Cappellano é pedagoga, pós-graduada em Bilinguismo e Psicopedagogia coordenadora da Educação Infantil da Escola Internacional de Alphaville. É uma grande entusiasta da Educação Bilíngue e fascinada pelo universo da educação infantil. Enxerga no intercâmbio entre ideias e culturas, um caminho para a paz entre os povos.
 

Larissa Berdu atua há mais de 30 anos na área da Educação. É formada em Pedagogia pela Unicamp e possui Pós-graduação em Educação Infantil, pela Universidade Castelo Branco. Com ampla experiência em docência e gestão pedagógica, trabalhou em diferentes segmentos da Educação Básica. Desde 2020, é diretora pedagógica do colégio Progresso Bilíngue de Indaiatuba (SP).
 

Maria Teresa Casamassima é educadora, com formação em Letras e Pedagogia com especialização em bilinguismo. Atua há mais de trinta e cinco anos na área da educação, com sólida experiência na promoção de práticas pedagógicas. É orientadora educacional do Ensino Fundamental – Anos Iniciais no Brazilian International School (BIS), em São Paulo. Em sua função, acompanha o desenvolvimento acadêmico e socioemocional dos alunos, colaborando com professores e famílias para garantir uma formação integral e um ambiente escolar acolhedor e estimulante.
 

Renata Alonso é formada em Pedagogia e pós-graduada em Psicomotricidade, com mais de 15 anos de experiência em educação bilíngue. Sua grande paixão são as crianças bem pequenas, e seus estudos são voltados à primeira infância, crianças de 0 a 3 anos. Com um olhar atento ao desenvolvimento integral dos pequenos, Renata acredita que essa fase da vida é crucial para a formação de indivíduos seguros, criativos e capazes de se expressar com confiança. Seu trabalho visa proporcionar um ambiente acolhedor e estimulante para o aprendizado, sempre com foco no cuidado e no afeto.
 



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