A atriz Claudia Ohana relembrou o impacto da novela “Vamp”, que completou 35 anos desde sua estreia, e destacou a importância da produção para sua carreira e para a televisão brasileira. Em entrevista à CNN Brasil, a artista afirmou que a trama foi um “divisor de águas” e um marco na dramaturgia nacional.
Exibida originalmente em 1991, a novela escrita por Antônio Calmon trouxe uma mistura inovadora de suspense, humor, romance, rock e elementos sobrenaturais ao apresentar uma história de vampiros em um cenário brasileiro. A produção teve como protagonistas Claudia Ohana, Ney Latorraca e Joana Fomm.
Na trama, Ohana interpretou Natasha, uma cantora que chega à cidade fictícia de Armação dos Anjos para gravar um clipe e acaba transformada em vampira por Vladymir Polanski, personagem vivido por Ney Latorraca.
“Vamp ousou ao misturar suspense, humor, romance, rock e o universo dos vampiros de uma forma completamente original. Era uma linguagem muito diferente do que se fazia na televisão na época”, afirmou a atriz.
Claudia contou que Natasha se tornou um dos personagens mais marcantes de sua trajetória e que, décadas após a exibição, ainda recebe o carinho do público. “É uma novela que continua viva na memória das pessoas. Costumo dizer que Vamp é imortal”, declarou.
Entre as lembranças favoritas dos bastidores, a atriz destacou a gravação de uma cena em Veneza, na Itália, em que sua personagem dança na Praça de São Marcos ao som da música “Sadeness (Part I)”, do grupo Enigma. Segundo ela, a cena chamou a atenção dos turistas, que acompanharam a gravação e aplaudiram a apresentação.
A novela, que teve cerca de 179 capítulos, voltou a ganhar destaque nos últimos anos e segue disponível no catálogo do Globoplay, mantendo o vínculo com novas gerações de espectadores.






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