Neste 14 de setembro, celebra-se o Dia Internacional da Capivara, um dos animais mais emblemáticos da fauna sul-americana. Para os mato-grossenses, a data não é apenas uma homenagem ao maior roedor do mundo, mas também um reconhecimento da riqueza natural que define a identidade do estado, repleto de biodiversidade e paisagens que encantam turistas de todo o mundo.
A capivara, com seu jeito pacato e simpático, tornou-se um símbolo de resistência e adaptação às transformações ambientais. Ela está presente nas margens dos rios pantaneiros e nas áreas urbanas de Campo Grande, convivendo harmoniosamente com a população. É comum vê-las em parques e praças, como o Parque das Nações Indígenas, um dos maiores cartões-postais da capital.
Além de seu papel ecológico, as capivaras têm uma forte ligação com a cultura local. São personagens de histórias e lendas, representando o espírito tranquilo e resiliente do povo mato-grossense. Muitas vezes vista como mascote informal, a capivara traz consigo um senso de pertencimento à terra e às águas que atravessam o Pantanal, uma das maiores áreas úmidas do planeta.
A celebração deste dia convida a refletir sobre a preservação ambiental, especialmente num momento em que o Pantanal e outras áreas naturais enfrentam sérios desafios, como queimadas e desmatamento. Proteger a capivara é também preservar o equilíbrio de um ecossistema que é fonte de vida e de identidade para o Mato Grosso do Sul.
Para os mato-grossenses, o Dia Internacional da Capivara é mais do que uma data no calendário; é uma oportunidade de lembrar que a harmonia entre o homem e a natureza é fundamental para o futuro de todos.
Foto: Divulgação







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