Exames toxicológicos também identificaram outras substâncias; investigação segue em andamento na Baixada Fluminense
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Exames toxicológicos confirmaram a presença de terbufós-sulfóxido, conhecido como chumbinho, no corpo do menino de 11 anos que morreu em Nova Iguaçu (RJ) após suspeita de envenenamento. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.
Além do chumbinho, a perícia também identificou a presença de lidocaína e midazolam no organismo de Arthur de Melo da Silva. A Polícia Civil informou que os resultados serão analisados em conjunto com outros elementos da investigação.
O corpo da criança também passará por necrópsia, e o inquérito segue em andamento para esclarecimento completo dos fatos. Segundo a corporação, nenhuma linha de investigação foi descartada até o momento.
De acordo com familiares, o menino passou mal após comer um pedaço de bolo supostamente envenenado. Ele chegou a ser internado no Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, mas morreu na última quinta-feira, após uma parada cardíaca.
O pai registrou ocorrência e levantou a suspeita de ingestão de chumbinho, substância usada ilegalmente como raticida. A família relatou ainda que a criança apresentou quadro grave, com inchaço cerebral e resposta limitada às medicações, nos últimos dias de internação.
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