O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) participou da Caminhada pela Liberdade neste domingo na Avenida Paulista em São Paulo contra os abusos aos presos políticos do 8 de janeiro. Pollon destacou que os parlamentares de direita estão sendo perseguidos por atuarem pela anistia. “Eles querem nos afastar para que a gente não vote na derrubada do veto. Três votos a menos na derrubada do veto. Isso é um sistema nefasto que pune quem enfrenta o sistema”, disse.
Pollon explicou que pela primeira vez nesta legislatura o Conselho de Ética marca reuniões antes do carnaval. “Não é julgamento. É perseguição política. Eu sinto orgulho de estar sendo perseguido nessa ditadura, porque se você é oposição e não está sendo perseguido você está sendo oposição do jeito errado”, completou. Em 2025, a primeira reunião do Conselho foi em 9 de abril, em 2024, 27 de março. Em 2023 19 de abril e em 2022, 27 de abril.
Pollon enfatizou que a corrupção é responsável por problemas sistêmicos do País. “Tudo que acontece de mal no Brasil é por culpa da corrupção. Saúde ruim e violência são resultado de um Senado omisso. Se o supremo se sente confortável em receber R$ 130 milhões no escritório da esposa e se sente confortável em ganhar presente é porque o Senado é covarde e nós não aguentamos mais um parlamento covarde”, afirmou.









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