Estudos publicados na revista Nutrients associam o hábito de pular o café da manhã a maior risco de síndrome metabólica, condição que eleva a chance de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e acidentes vasculares cerebrais. A pesquisa analisou dados de 118.385 participantes em nove estudos e relacionou o hábito a obesidade abdominal, glicemia e colesterol elevados.
Segundo a nutricionista Juliana Andrade, ao acordar o corpo sai de um jejum prolongado e o café da manhã funciona como sinal metabólico para “ligar o sistema”. Ignorar a refeição pode manter níveis altos de cortisol, causando cansaço, irritabilidade e dificuldade de concentração, além de desregular hormônios da fome, como grelina e leptina, aumentando a ingestão de alimentos calóricos.
O impacto de pular a refeição varia conforme rotina, metabolismo e histórico de cada pessoa, e jejuns planejados podem ter efeitos diferentes de omissões irregulares.






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