A Prefeitura de Campo Grande instituiu um grupo de trabalho para revisar os critérios utilizados no cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A medida ocorre após críticas de contribuintes e tem como objetivo atualizar a Planta Genérica de Valores e o Manual de Cadastro Técnico, instrumentos que servem de base para a definição do valor do imposto. Os estudos devem ser concluídos até o dia 31 de julho de 2026.
De acordo com a administração municipal, o grupo será formado por técnicos que irão analisar e revisar os critérios adotados para a avaliação dos imóveis na capital. A proposta é adequar o cálculo do IPTU aos valores praticados no mercado imobiliário e às regras previstas na legislação municipal vigente.
A resolução que cria o grupo destaca a necessidade de atualização permanente das normas de cálculo e da manutenção do cadastro imobiliário da cidade. Essas informações são fundamentais para a definição do valor venal dos imóveis e, consequentemente, do montante do IPTU pago pelos proprietários.
O grupo de trabalho poderá contar com servidores de diferentes áreas da prefeitura, que serão convocados conforme a demanda dos estudos. As convocações deverão seguir os trâmites administrativos e ser devidamente justificadas. A participação não dará direito a gratificações ou a qualquer tipo de pagamento adicional.
Com a criação do grupo, a prefeitura sinaliza que possíveis mudanças na metodologia de cálculo do IPTU poderão ser debatidas ao longo de 2026. Eventuais alterações podem impactar os valores cobrados dos contribuintes, a depender das conclusões técnicas apresentadas ao final dos estudos.
A medida foi publicada no Diogrande, o Diário Oficial de Campo Grande, e é assinada pelo secretário municipal da Fazenda, Isaac José de Araújo.









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