O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) participou de audiência pública realizada pela Polícia Federal, voltada à comunidade do tiro desportivo, caçadores eventuais e colecionadores (CACs). O deputado lembrou que uma das suas principais bandeiras desde o início do mandato foi impedir a pretensão de confiscar armas e equipamentos adquiridos legalmente durante o governo Bolsonaro, medida que chegou a constar em versões preliminares de um decreto.
“Havia, de fato, o risco real de confisco. Chegamos a ver a minuta que previa o recolhimento de armas e o fechamento de clubes. Mas o bom senso prevaleceu. Hoje podemos afirmar que a segurança jurídica foi restabelecida e que a Polícia Federal conduziu o tema com equilíbrio e profissionalismo”, destacou.
Durante o evento, Marcos Pollon destacou avanços concretos nas discussões que envolvem a situação dos caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) e a validade dos Certificados de Registro (CRs). Segundo o parlamentar, o encontro representa “a mais produtiva e técnica” de todas as tratativas já realizadas com a instituição.
“O que caracteriza a imensa maioria dos CACs não é apenas o cumprimento da lei, mas uma verdadeira obsessão por seguir as regras. Por isso, sempre defendemos que qualquer política pública nessa área fosse pautada pela técnica, não pela ideologia”, afirmou Pollon.
Pollon também ressaltou a sensibilidade da instituição em relação à validade dos CRs, uma das principais preocupações da categoria. O novo entendimento da Polícia Federal, que mantém a validade dos registros pelo prazo regular de dez anos, foi celebrado como uma vitória da legalidade e da coerência técnica.
“Essa é, de longe, a reunião mais satisfatória que já tive. A Polícia Federal atendeu de forma técnica e ponderada, e eu saio com a certeza de que o diálogo responsável gera resultados concretos”, concluiu o deputado.
A atuação de Marcos Pollon reforça o compromisso com a defesa das liberdades individuais, o respeito aos direitos dos CACs e a preservação da segurança jurídica como pilares de uma política pública equilibrada e racional.
Crédito foto: JC Fatel









0 comentários