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Geraldo Alckmin destaca papel do Minha Casa, Minha Vida durante lançamento da Campanha da Fraternidade

por | fev 23, 2026 | Últimas notícias

O presidente em exercício Geraldo Alckmin participou da missa de lançamento da Campanha da Fraternidade no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, neste domingo (22) – Foto: Cadu Gomes/ VPR

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (22) que a Campanha da Fraternidade 2026, dedicada ao tema da moradia, reforça a importância de políticas públicas voltadas à redução do déficit habitacional no país, como o programa Minha Casa, Minha Vida.

Alckmin participou da missa de lançamento da campanha no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP). A iniciativa é promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e, neste ano, tem como tema “Fraternidade e Moradia”.

“É uma campanha da fraternidade muito importante, porque o sonho da família, o sonho das pessoas, é ter um teto. Você sair do aluguel, poder realizar o sonho de ter a casa nova”, afirmou Alckmin.

Meta de 3 milhões de contratos

Segundo o presidente em exercício, o acesso à casa própria representa uma das principais aspirações das famílias brasileiras, especialmente das de menor renda. Ele ressaltou que o Minha Casa, Minha Vida foi estruturado para facilitar esse acesso, com condições diferenciadas, sem exigência de entrada para determinadas faixas e prestações compatíveis com a renda.

O programa superou, em janeiro, a meta estabelecida em 2023 com mais de um ano de antecedência. Entre 2023 e 2025, foram contratadas 2,11 milhões de unidades habitacionais em todo o país, com investimento de R$ 317,78 bilhões.

“A expectativa é chegar até o fim do ano com 3 milhões de contratos assinados”, adiantou.

Além do impacto social, Alckmin destacou os reflexos econômicos da política habitacional. “Isso gera emprego. É construção civil, é emprego na veia e realiza o sonho da casa própria das famílias”, disse.

Comércio exterior e tarifas dos EUA

Durante a agenda, Alckmin também comentou a decisão dos Estados Unidos de aplicar tarifa global de 15% sobre produtos estrangeiros. Segundo ele, como a medida passou a valer de forma uniforme para diversos países, o Brasil não perdeu competitividade.

O presidente em exercício destacou ainda que alguns setores estratégicos tiveram tarifa zerada, como combustíveis, carne, café, celulose, suco de laranja e aeronaves — ponto considerado relevante para a indústria aeronáutica nacional.

Mesmo diante do chamado “tarifaço”, o Brasil registrou recorde de exportações no último ano, alcançando US$ 348,7 bilhões. Alckmin atribuiu o resultado à diversificação de mercados e ao avanço de acordos comerciais, incluindo negociações do Mercosul com Singapura, países da Efta e União Europeia.

Para ele, ampliar mercados é fundamental para a sustentabilidade da indústria nacional. “As indústrias, se não exportarem, não sobrevivem. Exportação significa emprego e renda aqui dentro”, concluiu.

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