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Criança de 2 anos é internada com suspeita de intoxicação por maconha na fronteira

por | jan 13, 2026 | Últimas notícias

Uma criança de dois anos foi internada no Hospital Regional de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, com suspeita de intoxicação por maconha. O caso ocorreu no sábado e mobilizou a Polícia Nacional paraguaia na cidade que faz fronteira com o Brasil por meio de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.

Segundo a polícia, a criança deu entrada na unidade hospitalar apresentando sonolência excessiva, o que levantou a suspeita de intoxicação. Os agentes foram acionados após o atendimento inicial e, no hospital, foram recebidos por uma defensora pública. A menina foi levada para atendimento médico pelos próprios pais, um homem de 25 anos e uma mulher de 23.

A criança foi internada para acompanhamento clínico e passou por exames toxicológicos, assim como os pais. De acordo com a polícia, os testes apontaram resultado positivo para uma substância presente na maconha. Diante do resultado, a autoridade responsável determinou que os pais compareçam à delegacia nesta segunda-feira para prestar esclarecimentos sobre as circunstâncias da possível intoxicação.

Após os primeiros cuidados médicos, a criança foi entregue aos cuidados de uma tia. O caso segue sob investigação pelas autoridades paraguaias.

O episódio acende um alerta importante sobre os riscos da exposição de crianças a substâncias entorpecentes, especialmente dentro de casa. Especialistas destacam que crianças pequenas podem se intoxicar ao ingerir acidentalmente drogas deixadas ao alcance, ao inalarem fumaça ou até ao entrarem em contato com objetos contaminados.

Para proteger crianças, é fundamental que qualquer substância ilícita ou medicamento seja mantido fora do alcance, em locais trancados e seguros. Ambientes frequentados por crianças devem ser livres de fumaça, seja de cigarro ou de qualquer outra droga. Pais e responsáveis também precisam redobrar a atenção com visitas e terceiros, garantindo que mochilas, bolsas e objetos pessoais não contenham materiais perigosos.

Além disso, ao perceber sintomas como sonolência excessiva, vômitos, confusão mental ou comportamento fora do normal, a orientação é procurar atendimento médico imediato e informar com clareza tudo o que a criança possa ter tido acesso. A prevenção, a vigilância constante e a informação são as principais formas de evitar situações graves como essa.

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