O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin participaram, nesta quinta-feira (26), do lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, durante agenda no complexo industrial da Brainfarma, em Anápolis. Ao fim do evento, ambos foram imunizados, reforçando a importância da vacinação como medida de saúde pública.
A campanha terá início neste sábado (28), com o Dia D nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Já na Região Norte, a mobilização ocorrerá no segundo semestre, devido à sazonalidade da doença. A vacinação é gratuita e estará disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.
Em publicação nas redes sociais, Lula destacou o papel do exemplo público e a importância da imunização. Segundo ele, a vacina contra a influenza é produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e integra o esforço do governo para ampliar o acesso da população à saúde.
A campanha prioriza grupos mais vulneráveis, como crianças de seis meses a seis anos, gestantes e idosos com 60 anos ou mais. Pessoas com comorbidades também fazem parte do público-alvo, devido ao maior risco de complicações causadas pelo vírus.
De acordo com o Ministério da Saúde, dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios no país. Até 14 de março, foram registrados cerca de 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, com aproximadamente 840 mortes. A influenza representa 28% das infecções identificadas entre os casos graves.
Para atender à demanda, o governo já distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina, com previsão de novos envios conforme a necessidade. Além disso, cerca de 10 milhões de mensagens serão enviadas à população por aplicativos de comunicação, com o objetivo de ampliar a adesão à campanha.
A vacinação contra a influenza é realizada anualmente, já que o vírus sofre mutações frequentes. Por isso, as doses são atualizadas a cada ano para garantir maior eficácia. A imunização pode ser feita junto com outras vacinas do calendário nacional, incluindo a da Covid-19.
A campanha segue até o dia 30 de maio em grande parte do país e busca reduzir internações e mortes causadas pela gripe, especialmente entre os públicos mais vulneráveis.








0 comentários