A mulher trans flagrada por câmeras de segurança pegando o celular de um policial civil dentro da 21ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Sul, no Distrito Federal, se manifestou nas redes sociais após a repercussão do caso e apresentou sua versão sobre o ocorrido.
Segundo ela, o aparelho não foi furtado. A mulher afirma que decidiu pegar o celular do agente depois que o próprio telefone teria sido danificado durante a abordagem policial.
Em vídeos publicados nas redes sociais, ela mostrou o aparelho quebrado e alegou que gravava a ação dos policiais quando um dos agentes teria destruído seu celular.
A mulher também contestou informações divulgadas sobre a ocorrência. De acordo com seu relato, ela não conduzia o veículo abordado e, por isso, nega que estivesse dirigindo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Além disso, afirmou que foi agredida dentro da delegacia durante o registro da ocorrência. As declarações foram divulgadas após o vídeo em que ela aparece pegando o celular do policial viralizar nas redes sociais.
Até o momento, a Polícia Civil do Distrito Federal não comentou publicamente as novas alegações apresentadas pela mulher. O caso segue sob investigação, e as circunstâncias da abordagem e dos fatos ocorridos na delegacia ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.




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