Roberto Higa registrou em fotos a história de Mato Grosso do Sul. — Foto: Arquivo/g1 MS
A família do fotojornalista Roberto Higa, de 75 anos, informou neste domingo (21) que o profissional voltou a enfrentar o câncer e que a doença não apresenta mais possibilidade de tratamento com intenção curativa. A partir de agora, ele receberá cuidados paliativos voltados ao conforto e à qualidade de vida.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Higa aparece ao lado da família e transmite uma mensagem de força. “Estando junto com vocês, eu enfrento tudo o que aparecer”, declarou.
A filha do fotógrafo, Mary Higa, afirmou que a família seguirá unida neste momento delicado, priorizando amor, acolhimento e dignidade. Em publicação, ela destacou que a “cura” buscada agora está na presença, no carinho e nas memórias construídas ao longo da vida.
Roberto Higa foi diagnosticado com câncer de garganta em 2024 e chegou a comemorar o encerramento do tratamento em 2025. Ele também convive com o diagnóstico de Alzheimer.
Reconhecido como um dos maiores nomes do fotojornalismo sul-mato-grossense, Higa dedicou mais de cinco décadas a registrar a história de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul. Suas imagens documentaram transformações urbanas, acontecimentos históricos e momentos marcantes da trajetória do Estado, consolidando seu legado como um dos principais guardiões da memória regional.







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