O São Paulo Futebol Clube atingiu uma marca negativa na temporada ao se tornar o primeiro time da Série A do Campeonato Brasileiro Série A a demitir dois treinadores em 2026. A saída mais recente foi a de Roger Machado, desligado após a eliminação na Copa do Brasil.
Antes dele, o clube já havia demitido Hernán Crespo, ainda no mês de março, mesmo com desempenho considerado competitivo no início do Brasileirão. Com isso, o Tricolor paulista volta ao mercado em busca de um novo comandante pela segunda vez no ano.
A troca no comando técnico do São Paulo contribui para um cenário de alta rotatividade no futebol brasileiro. Até o momento, 11 treinadores já foram demitidos na Série A antes mesmo da 16ª rodada da competição, evidenciando a pressão por resultados imediatos nos clubes.
O primeiro técnico a perder o cargo em 2026 foi Jorge Sampaoli, que deixou o Clube Atlético Mineiro em fevereiro. Ele foi substituído por Eduardo Domínguez.
Outros nomes também figuram na lista de demissões, como Dorival Júnior, desligado do Sport Club Corinthians Paulista, além de Fernando Diniz, que deixou o Club de Regatas Vasco da Gama, e Filipe Luís, que saiu do Clube de Regatas do Flamengo.
Apesar do alto número de mudanças, parte dos clubes mantém estabilidade no comando técnico. Equipes como Sociedade Esportiva Palmeiras, sob o comando de Abel Ferreira, e o Fluminense Football Club, dirigido por Luis Zubeldía, seguem sem mudanças até o momento.
A tendência, no entanto, é que novas trocas aconteçam nas próximas rodadas. Técnicos como Rogério Ceni, no Esporte Clube Bahia, e Eduardo Domínguez, no Atlético-MG, ainda enfrentam pressão por resultados e podem entrar na lista de demissões nas próximas semanas.
O cenário reforça a instabilidade no futebol brasileiro, onde a busca por desempenho imediato segue sendo determinante para a permanência dos treinadores nos cargos.
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