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Detento que fugiu do presídio é recapturado em Campo Grande

por | fev 23, 2026 | Últimas notícias

Gilvanderson Damião Vieira França, de 27 anos, foi recapturado na tarde deste domingo (22), menos de oito horas após fugir do Instituto Penal de Campo Grande. Ele foi localizado por volta das 17h40, na região central da cidade, por uma equipe da Guarda Civil Metropolitana.

A fuga ocorreu por volta das 12h20, durante o período de visitas. Segundo a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), o interno aproveitou a movimentação, escalou o telhado da unidade e saiu por um acesso que interliga o presídio a uma unidade vizinha.

Buscas e recaptura

A evasão foi percebida logo após a fuga. Policiais penais iniciaram buscas imediatas e acionaram outras forças de segurança. A recaptura contou com apoio da Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo da Secretaria de Segurança Pública e Justiça (Sejusp).

Também participaram da operação equipes da Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Gisp), do Comando de Operações Penitenciárias (COPE), do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e da Guarda Civil Metropolitana.

Mais cedo, a Agepen informou que o detento poderia estar escondido na região do bairro Noroeste. Um helicóptero foi utilizado nas buscas. As circunstâncias da fuga seguem sob apuração, e medidas administrativas devem ser adotadas.

Histórico do preso

Gilvanderson estava preso por furto de fios de uma residência. Segundo os autos, ele contou com a ajuda de uma mulher, que teria ficado do lado de fora vigiando enquanto ele danificava a cerca elétrica, subia no telhado, acessava o forro e retirava a fiação da casa.

Após separar os fios, ele teria jogado a sacola por cima do muro, onde a comparsa aguardava. No momento do flagrante, ela estava com o material, enquanto ele ainda estava dentro do imóvel.

De acordo com o processo, os dois entraram em luta corporal com os policiais, agrediram os agentes e causaram lesão leve em um dos militares. Foi necessário o uso da força para contê-los.

Na decisão que manteve a prisão, a Justiça destacou que a conduta demonstrou periculosidade e risco à ordem pública.

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