O presidente Lula adota estratégia diferente de Bolsonaro ao usar a mobilização da população para pressionar o Congresso e garantir a aprovação de projetos de interesse do governo. A tática deve ser intensificada às vésperas das eleições, com atos de rua e campanhas que classificam parlamentares como defensores dos ricos e inimigos do povo.
A pressão popular é usada para avançar pautas complexas, como a PEC da Segurança Pública, a regulamentação da inteligência artificial e a taxação de rendimentos altos, além de medidas sociais como o vale-gás. Lula mantém também negociações com o centrão e a cúpula do Congresso, mas a mobilização externa se tornou um instrumento central de governabilidade.
A estratégia busca enfrentar resistências parlamentares e fortalecer a imagem do governo diante de temas econômicos e de segurança, mantendo o apoio de parte da sociedade para contrabalançar a base menos alinhada ideologicamente no Legislativo.







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