A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que não há como atender ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro para reduzir o barulho do ar-condicionado na sala onde cumpre pena. Segundo a PF, qualquer intervenção exigiria obras complexas e a paralisação do sistema de climatização, prejudicando o funcionamento da superintendência.
A sala de Estado-Maior ocupada pelo ex-presidente tem cama, banheiro privativo, mesa de trabalho, televisão, frigobar e ar-condicionado, e é usada para autoridades e figuras públicas. Bolsonaro voltou à superintendência após alta hospitalar, onde tratou hérnia e crises de soluço decorrentes da facada sofrida em 2018.
O ministro Alexandre de Moraes já havia negado pedido de prisão domiciliar, destacando que não houve agravamento da saúde de Bolsonaro, apenas melhora após procedimentos médicos. A defesa alegava que o barulho comprometia repouso e saúde do ex-presidente, mas a PF afirma que medidas simples não resolveriam o problema.







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