Mais de 200 empreendimentos de Mato Grosso do Sul ligados à bioeconomia do Pantanal e do Cerrado estão ampliando mercado e visibilidade com apoio do Sebrae/MS. Por meio do selo Made in Pantanal, os negócios passam a acessar o marketplace da Amazon, recebem certificação de origem e sustentabilidade e participam de eventos internacionais, como o espaço Brasil Biomarket, durante a COP30.
A estratégia busca romper barreiras geográficas e preparar pequenos negócios para atuar fora do Estado, com curadoria e capacitação. Segundo o Sebrae/MS, o foco vai além das vendas diretas e envolve a construção de marca associada à sustentabilidade. A meta para 2026 é expandir o número de empresas certificadas e ampliar a presença em plataformas globais.
Entre os exemplos está a Cerrado em Pé, criada pelos biólogos Rodrigo Borghezan e Bruna Oliveira, que evoluiu de vendas diretas para o modelo B2B e hoje atua com alimentos do Cerrado, coffee break para eventos e agroindústria instalada em ambiente de inovação. A empresa projeta escalar a produção em 2026.
Na economia criativa, a Flor de Luz Biojoias, de Beatriz Corregaro, ganhou reconhecimento com o selo e planeja iniciar exportações. Já a Ybá, comandada por Beatriz Mattos, transformou o barbatimão em soluções cosméticas e veterinárias, levou produtos à COP30 e aposta nos marketplaces para ampliar alcance, com foco em sustentabilidade e expansão da linha pet.
O Made in Pantanal consolida produtos com identidade, valor agregado e alinhamento às tendências globais de consumo consciente, fortalecendo a bioeconomia sul-mato-grossense em mercados nacionais e internacionais.







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