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INSS inicia pagamentos de 2026 no dia 26 de janeiro; confira o calendário

por | jan 5, 2026 | Últimas notícias

O INSS começa a pagar aposentadorias, pensões e demais benefícios previdenciários de 2026 a partir do dia 26 de janeiro. Os depósitos seguem até o início do mês seguinte, conforme o calendário oficial, e variam de acordo com o número final do benefício, sem considerar o dígito verificador, e o valor recebido.

Recebem primeiro os beneficiários que ganham até um salário mínimo. Quem recebe acima do piso nacional tem o pagamento liberado na sequência, em datas agrupadas por finais de benefício. O cronograma já considera os feriados bancários, garantindo a liberação dos valores nas datas previstas, mesmo em feriados estaduais ou municipais.

No primeiro semestre, para quem recebe até um salário mínimo, os pagamentos começam em 26 de janeiro para final 1 e seguem até 6 de fevereiro para final 0. Em fevereiro, os depósitos vão de 23 a 27; em março, de 25 a 31; em abril, de 24 a 30; em maio, de 25 a 29; e em junho, de 24 a 30. Para quem recebe acima do salário mínimo, os pagamentos ocorrem entre 2 e 6 de fevereiro em janeiro, seguindo a mesma lógica nos meses seguintes, com finais agrupados em pares.

No segundo semestre, os beneficiários que recebem até um salário mínimo têm pagamentos entre 28 de julho e 8 de janeiro de 2027, conforme o final do benefício. Para quem recebe acima do piso, os depósitos ocorrem de 3 de agosto a 8 de janeiro, também de acordo com os finais agrupados.

Os pagamentos seguem o mês de competência, o que significa que os depósitos de um mês começam nos últimos dias daquele mês e podem se estender para os primeiros dias do mês seguinte. A movimentação do dinheiro pode ser feita por saque em caixas eletrônicos, transferências ou internet banking, conforme o tipo de conta do beneficiário.

Os benefícios do INSS são reajustados no início do ano após a divulgação do INPC pelo IBGE. Em 2026, o salário mínimo será de R$ 1.621, valor R$ 103 maior que o atual, com aumento de 6,78%. O reajuste considera a inflação e a política de valorização do governo federal, com limitação prevista no arcabouço fiscal.

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