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Loja de vinil acusada de calote propõe reembolsos parcelados e clientes relatam novos problemas

por | maio 27, 2026 | Últimas notícias | 0 Comentários

A loja virtual Store de Fã voltou a ser alvo de reclamações nas redes sociais após consumidores relatarem novas dificuldades envolvendo pedidos não entregues e propostas de reembolso consideradas insatisfatórias.

Segundo clientes, a empresa passou a oferecer devoluções parceladas depois da repercussão do caso nas redes sociais. Prints compartilhados no X mostram mensagens em que a loja afirma enfrentar dificuldades financeiras e diz que o caixa estaria comprometido. Nos comunicados, a empresa informa que os estornos seriam feitos conforme a ordem dos cancelamentos, com parcelas previstas entre julho e dezembro de 2026.

A loja também teria informado que alguns produtos retornaram ao país de origem e sugerido aos consumidores o reenvio futuro das encomendas caso ainda houvesse interesse na compra.

As reclamações ganharam força após uma cliente afirmar que aceitou trocar o valor do reembolso por produtos da loja, mas recebeu um item danificado. Segundo o relato publicado no X, ela recebeu um livro temático da turnê “The Eras”, da cantora Taylor Swift, com sinais de mofo, avarias e embalagem já aberta.

A consumidora afirmou que o produto havia sido anunciado como novo e compartilhou conversas atribuídas à empresária responsável pela loja, nas quais teria sido oferecida uma devolução parcial do valor ou a troca por outro item.

O caso ocorre após dezenas de consumidores denunciarem atrasos, ausência de reembolsos e falta de respostas da empresa. O grupo afirma possuir documentos, comprovantes de compra e registros de conversas relacionados aos pedidos não entregues.

Clientes também questionam a forma como as importações eram realizadas pela loja e apontam possíveis irregularidades fiscais e tributárias. Outro ponto levantado envolve suspeitas sobre imagens supostamente manipuladas para comprovar a chegada de mercadorias.

Em posicionamento anterior, a defesa da empresa negou golpe e afirmou que os atrasos ocorreram devido a retenções alfandegárias e cancelamentos de pedidos. Os advogados também disseram que a empresária estaria sofrendo ameaças nas redes sociais.

Já os consumidores afirmam repudiar ataques pessoais, mas seguem cobrando transparência, solução dos reembolsos e responsabilização para evitar que novos clientes sejam prejudicados.

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