..::data e hora::.. 00:00:00

Primeira semaglutida produzida no Brasil chega às farmácias nesta segunda-feira

por | jun 15, 2026 | Últimas notícias | 0 Comentários

Os brasileiros passam a contar a partir desta segunda-feira (15) com uma nova opção de tratamento à base de semaglutida. O Ozivy, desenvolvido pela EMS, começou a ser distribuído em farmácias de todo o país após receber aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O medicamento marca a chegada da primeira semaglutida produzida no Brasil por síntese química. A substância pertence à classe dos agonistas do receptor GLP-1, utilizada principalmente no tratamento da Diabetes Tipo 2. Segundo a fabricante, mais de 500 mil canetas serão disponibilizadas nesta fase inicial de comercialização.

Como funciona

A semaglutida atua de forma semelhante a um hormônio naturalmente produzido pelo organismo, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue. O medicamento estimula a produção de insulina quando necessário, reduz a liberação de glucagon e aumenta a sensação de saciedade.

O Ozivy é administrado por meio de caneta injetável de aplicação semanal e deve ser utilizado apenas com prescrição médica. Conforme a bula aprovada pela Anvisa, sua indicação é para adultos com diabetes tipo 2 que não conseguem controlar adequadamente a glicemia apenas com alimentação equilibrada e atividade física.

Crescimento da procura

O lançamento ocorre em um momento de alta demanda por medicamentos da classe GLP-1, grupo que inclui produtos conhecidos como Ozempic. Além do controle da diabetes, estudos recentes têm investigado benefícios adicionais da semaglutida em áreas como saúde cardiovascular e controle do peso.

Preço

A EMS informou que o preço sugerido do Ozivy parte de R$ 452 por caneta, com condições especiais para pacientes cadastrados em programas de benefícios da empresa.

Especialistas lembram que, apesar da popularidade crescente desses medicamentos, o uso deve ocorrer exclusivamente sob orientação médica, respeitando as indicações aprovadas e o acompanhamento adequado para monitorar eficácia e possíveis efeitos adversos.

0 comentários

Enviar um comentário